Seja bem-vindo!

J' ai un corps, je suis un esprit.

sábado, 30 de abril de 2011

Tenho por ela uma grande admiração
Admiro a sua força, sua garra, 
Adoro o seu jeito inconformado 
Eu gostaria de saber seu nome, mas são muitos
Então penso nela quando penso em mim
Espero que seus sonhos se tornem realidade
E que a sua felicidade cruze com a minha em alguma esquina, de novo...


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Eu vi: http://www.tutura.ca/personal/personal_1.html


Achei lindo!

Blog muito foda:

http://blackwomanthinks.blogspot.com/


Adorei o blog... tanto que até fiz um comentário recomendo a leitura dos posts!
Olha meu comentário aí:


"Hi I am from Brazil, and our press is reporting the wedding nonstop. I saw this words "...and the sycophantic media are rubbing their hands in glee at the inevitable increase in profits, clamour for advertising space and airtime, the pundits blah-blahing for hours on irrelevancies...", and I can say that we have to deal with the exactly same thing... kisses"

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Arte é Arte


Onde quer que você vá, encontrará Arte! Assim como nossos antepassados tinham a necessidade de expressar e o faziam em pedras, paredes de cavernas etc, nós também precisamos expor nossos sentimentos mais profundos... Na traseira do banco do ônibus...

quarta-feira, 27 de abril de 2011



Pena que não dá pra ver muito bem, mas esse é o nosso segundo banho de chuva!

Pedro, eu e Dudu no nosso primeiro banho de chuva juntos!

Buceta é a coisa mais gostosa do mundo



Viajando pelo blog do Oscar, lembrei-me de que também tinha uma poesia linda de traseira de banco de ônibus. Atenção para o Português impecável do autor.

sábado, 23 de abril de 2011



A maternidade... rsrsrs

Fofoca

Os Oim Do Meu Amor

Cordel Do Fogo Encantado

Ê nunca mais eu vi
Os oím do meu amor
Nunca mais eu vi
Os oím dela brilhar
Nunca mais eu vi
Os oím do meu amor
São dois jarrinho de flor
E todo mundo quer cheirar



quinta-feira, 21 de abril de 2011





Pena (O Teatro Mágico) – Composição: Fernando Anitelli e Maíra Viana

O poeta pena quando cai o pano

E o pano cai

Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é a cédula mãe solteira

O poeta pena quando cai o pano

E o pano cai

Acordes em oferta, cordel em promoção
A Prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar

Deixa desatar em nós

Solta a prosa presa
A Luz acesa
Lá se dorme um sol em mim menor
[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]

O palhaço pena quando cai o pano

E o pano cai

A porcentagem e o verso
A rifa, a tarifa e refrão
Talento provado em papel moeda
Poesia metamorfoseada em cifrão

O palhaço pena quando cai o pano

E o pano cai

Meu museu em obras, obras em leilão
Atalhos, retalhos, sobras
A matemática da arte em papel de pão

E quando o nó cegar

Deixa desatar em nós

Solta a prosa presa
A luz acesa
Já se abre um sol em mim maior
[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]




quarta-feira, 20 de abril de 2011


Vista da minha janela...


Oia o Pedro!!!

sábado, 16 de abril de 2011

Um viajante viciado em folhas de arbusto novas, vê uma vinha,
Uma vidente tira futuro do café passado, 
Um moço magro exige páginas novas de livros velhos,
Um cão calado adia seu uivo e sua vaia,
Uma mulher melhora de uma doença desconhecida,
Uma admiradora odeio os admoestadores,
Eu procuro estar ao lado da leveza de quem leva uma vida livre...




Cachito, Cachito, Cathito mio...


http://letras.terra.com.br/nat-king-cole/249606/






Quem não lembra de um comercial de cd que tinha essa música? Outro dia na UERJ me perguntaram se eu lembrava... claro!!!    A música é muito fofa, achei que combina comigo!
122 Anos de Chalie Chaplin, hoje 16 de Abril de 2011!
Ser


Pra você ver o que eu vejo
é preciso admirar o que você tem desprezado.


Pra poder saber o que eu sei
é preciso buscar os sábios que você tem ignorado.


Pra ouvir o que eu falo
é preciso um nosso silêncio.


Pra entender o que eu sinto, vejo, sei e falo 
é preciso ser o que eu sou.




Loving you...

Grávida

Composição : Arnaldo Antunes 

Eu tô grávida
Grávida de um beija-flor
Grávida de terra
De um liquidificador
E vou parir
Um terremoto, uma bomba, uma cor
Uma locomotiva a vapor
Um corredor
Eu tô grávida
Esperando um avião
Cada vez mais grávida
Estou grávida de chão
E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Dar à luz
Eu tô grávida
De uma nota musical
De um automóvel
De uma árvore de Natal
E vou parir
Uma montanha, um cordão umbilical, um anticoncepcional
Um cartão postal
Eu tô grávida
Esperando um furacão, um fio de cabelo, uma bolha de sabão
E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Vou dar a luz