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J' ai un corps, je suis un esprit.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Responsabilidade Social e Reciclagem
Esse negócio de Rio + 20 está levantando ótimas questões, não por quem está lá dentro, é claro. Muito mais interessantes são os argumentos dos ativistas "barrados na cúpula".
Sabe que isso me fez lembrar de uma "reportagem" que o escatológico VS apresentou há um tempo atrás. Era sobre o "setor de reciclagem" da toda poderosa RG.
Eles tiveram a cara de pau de mostrar os "agentes de reciclagem" revirando o lixo, e tentar tirar de seus rostos tristes alguma expressão de satisfação por estarem ali. Acho até que talvez sejam de todos os atores e diretores que lá estão, inclusive os atores que apresentam os telejornais, e entre todo os outros que trabalham naquele circo de horrores, os que mais contribuem para a sociedade alienada que os cerca.
Mas é ridículo, mostrar aquelas pessoas pobres, sem dentes, e de pele escura revirando o lixo. Por quê? O trabalho não é indigno, claro que não, mas talvez seja só eu: tudo parece coberto por uma capa de humilhação. Um toque de Casa Grande e Senzala (uma passividade confundida com alegria em servir, uma domesticação da mente para a dominação do corpo, um silêncio construído com a finalidade de manter-se o que sempre foi exatamente como é).
Sabe que isso me fez lembrar de uma "reportagem" que o escatológico VS apresentou há um tempo atrás. Era sobre o "setor de reciclagem" da toda poderosa RG.
Eles tiveram a cara de pau de mostrar os "agentes de reciclagem" revirando o lixo, e tentar tirar de seus rostos tristes alguma expressão de satisfação por estarem ali. Acho até que talvez sejam de todos os atores e diretores que lá estão, inclusive os atores que apresentam os telejornais, e entre todo os outros que trabalham naquele circo de horrores, os que mais contribuem para a sociedade alienada que os cerca.
Mas é ridículo, mostrar aquelas pessoas pobres, sem dentes, e de pele escura revirando o lixo. Por quê? O trabalho não é indigno, claro que não, mas talvez seja só eu: tudo parece coberto por uma capa de humilhação. Um toque de Casa Grande e Senzala (uma passividade confundida com alegria em servir, uma domesticação da mente para a dominação do corpo, um silêncio construído com a finalidade de manter-se o que sempre foi exatamente como é).
quarta-feira, 13 de junho de 2012
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